Implementámos uma nova versão do nosso manual deontológico corporativo.
O documento define diretrizes rigorosas para o uso responsável da IA.
Reforçamos o compromisso com a transparência e o combate à desinformação.
Garantimos uma criatividade assente em fortes pilares éticos e humanos.
Enquadramento Estratégico
A evolução acelerada das ferramentas de Inteligência Artificial Generativa desafia o setor da comunicação a redefinir as suas fronteiras técnicas e morais. Ciente desta responsabilidade, a nossa agência tomou a iniciativa de atualizar o seu Código de Ética e Conduta Profissional, estabelecendo um guião pioneiro em Portugal para colaboradores e parceiros.

Os 3 Pilares da Atualização
Combate Ativo à Desinformação: Bloqueio absoluto à utilização de deepfakes ou manipulação de dados que possam induzir o consumidor em erro, reforçando a veracidade dos factos em todas as campanhas.
Transparência Algorítmica: Compromisso formal em identificar conteúdos criados maioritariamente por IA, garantindo que o cliente final e o público sabem exatamente a origem da informação.
Propriedade Intelectual e Direitos de Autor: Diretrizes rígidas para assegurar que as ferramentas de IA são utilizadas apenas como suporte à cocriação, protegendo os direitos de artistas, designers e redatores humanos.
Uma Abordagem Centrada no Humano
Esta revisão não visa limitar o potencial tecnológico, mas sim potenciar o talento da agência. Acreditamos que a IA deve servir como um amplificador da eficiência e nunca como um substituto do pensamento crítico, da empatia e da sensibilidade cultural que apenas as pessoas conseguem injetar na comunicação. Com este passo, a agência consolida a sua liderança numa comunicação que se quer moderna, mas acima de tudo, consciente.


